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Notícias

15 de Novembro de 2019

Ílhavo. Notáveis da Minha Terra!

O Arquivo Distrital de Aveiro – ADAVR dedica o mês de novembro às personalidades, figuras públicas, notáveis do concelho de Ílhavo.

Desde o fundador da Vista Alegre, José Ferreira Pinto Basto,  ao célebre arrais ilhavense, Gabriel Ançã, que salvou cerca de 123 náufragos, à povoadora Joana Gramata, selecionamos 24 personalidade do concelho de Ílhavo de entre as milhares que celebra ao longo da sua história e que são de igual modo merecedoras de homenagem.

“Intrinsecamente ligado à Ria e inevitavelmente voltado para o Mar, o Município de Ílhavo tem nesta ligação a sua principal característica, que o distingue dos demais quer pela sua geografia, quer pela sua História.

Com cerca de nove séculos e meio de vida documentada, Ílhavo é apontada por vários autores como sendo descendente de lendários navegadores, possivelmente fenícios, gregos ou então antigos navegadores dos mares do Norte e até Romanos, que entraram pela foz do Vouga e estabeleceram-se nas suas margens, sendo os próprios ilhavenses, já muito cruzados com várias raças, igualmente invocados como os míticos fundadores de numerosas povoações marítimas.

In: https://www.cm-ilhavo.pt


Nº de ordem
Nome
Nascimento e Morte
Data do documento
Código de referência do documento
1 Alexandre da Conceição

Este engenheiro civil licenciou-se com elevado mérito na Academia Politécnica do Porto, deixando a sua marca profissional por exemplo nas obras da barra e porto da Figueira da Foz. Possuía igualmente um imenso talento para a escrita que se revelou nas poesias que escreveu no periódico A Grinalda ou em obras como Alvoradas (1865), Abençoada Esmola, Ensaios de Crítica e Literatura (1881), Outonais (1892) publicado a título póstumo. Ficou célebre a sua polémica com Camilo Castelo Branco devido à obra Eusébio Macário tentar ridicularizar a Escola realista que então se começava a afirmar.
N.14-10-1842 [Ílhavo]
F. 11-10-1889 [Viseu]
19-10-1842
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/18 Fólio 40
2 José António Pereira Bilhano
Órfão de pai muito novo, o seu interesse pela vida religiosa fez com que fosse apresentado a D. Manuel Pacheco de Resende, Bispo de Aveiro, que se torna seu protetor. Em 1823 termina o curso de Cânones e é ordenado padre, tendo no ano seguinte sido nomeado professor do Seminário de Aveiro. Assumiu algumas paróquias, incluindo a de S. Salvador. Nomeado Vigário-Geral da Diocese de Aveiro (1860-1868), em 1871, assume o Arcebispado de Évora, onde fica até à sua morte. De realçar a sua eleição como deputado nas legislaturas de 1853 e 1858 onde consegue inúmeras melhorias para o Concelho de Ílhavo.
N. 21-03-1802 [Ílhavo]
F. 18-09-1890 [Ílhavo]
21-03-1802
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/14 Folha 461
3 Tomé José de Barros Queirós
Foi um comerciante, capitalista e político do período da Primeira República Portuguesa que, entre outras funções, exerceu os cargos de deputado, Ministro das Finanças, Ministro da Instrução Pública e Presidente do Concelho de Ministros. É da sua autoria a reforma tributária com que a República iniciou a sua cobrança de impostos. Foi membro da Maçonaria Portuguesa, na Loja “Acácia”.
N. 02-02-1872 [Ílhavo]
F. 05-05-1925 [Lisboa]
12-02-1872
Assento de batismo
Pt/ADAVR/PILH04/1/47 Fólio 9
4 Manuel Francisco Grilo
Este sacerdote era também licenciado em Agronomia e concluiu o Conservatório de Música. As suas ideias levaram-no a quebrar algumas imposições republicanas, tendo sido sentenciado a deixar o Distrito de Aveiro. Refugiou-se em Leça da Palmeira onde desenvolve uma ação de mitigação da pobreza e elevação das condições de vida daquelas populações. Entre as muitas obras de caridade e assistência que criou, destaca-se a Sopa dos Pobres, com a capacidade de alimentar e vestir 680 pessoas, o Secretariado do Desemprego e o Refúgio de Santa Cruz (1932), para crianças abandonadas, e claro, a Obra Regeneradora dos Rapazes de Rua (1942), que conhecerá em 28 de julho de 1963 a sua casa definitiva em Matosinhos.
N. 14-05-1888 [Ílhavo]
F. 01-11-1967[Matosinhos]
27-05-1888
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/64 Fólio 59 e 59 vº
5 Gabriel Ançã
Célebre arrais ilhavense, que salvou cerca de 123 náufragos, entre os quais se contam 17 do vapor francês Natalie. Condecorado pelo rei D. Luís com a medalha de ouro por distinção, filantropia e generosidade neste salvamento, em 1898 foi-lhe aprovada a medalha de prata.
N. 08-01-1845 [Ílhavo]
F. 23-02-1930 [Ílhavo]
12-01-1845
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/18 Fólio 160 vº
6 Manuel Trindade Salgueiro
Professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, até ser nomeado Bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa em 1941, Arcebispo de Militene (1949) e Arcebispo de Évora (a partir de 1955). A Escola de Pesca, o Bairro dos Pescadores e o Centro Paroquial são algumas das obras do seu legado a Ílhavo.
N. 28-09-1898 [Ílhavo]
F. 20-09-1965 [Ílhavo]
28-09-1898
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/141 Fólio 153 vº
7 José Ferreira Pinto Basto
Fundador da Fábrica da Vista Alegre, nasceu no seio de uma família dedicada ao comércio e à indústria. Após o falecimento do pai radicou-se em Lisboa onde formou uma sociedade com o Conde Farrobo no ramo dos tabacos. Liberal convicto, chegou a ser preso depois da “Abrilada” pelo intendente da polícia, o Barão de Rendufe. Em setembro de 1818 foi-lhe concedido o uso de Brasão de Armas, tendo sido eleito deputado à Assembleia Constituinte de 1837 a 1838 pelos círculos de Aveiro e do Porto. Foi também Provedor da Casa Pia e Secretário do Conservatório Real de Lisboa e Cavaleiro e Comendador da Ordem de N.ª Sr.ª da Conceição de Vila Viçosa.
N. 16-09-1774 [Porto]
F. 23-10-1839 [Lisboa]
04-06-1840
Escritura de Aforamento
PT/ADAVR/NOT7CNILH3/001/0021 Fólio 9 vº a 14 vº
8 António José da Rocha
Advogado ilustre, foi o responsável pela construção do primeiro teatro da Vila de Ílhavo com o seu amigo José Ferreira da Cunha e pela fundação da Filarmónica Ilhavense (Música Velha). Em 1837 é eleito Presidente da Câmara, sendo responsável por diversos melhoramentos na vila, como o cemitério. Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça e Vice-Presidente do Tribunal da Relação do Porto. É agraciado com a Comenda da Ordem Militar da Nossa Senhora da Conceição pelos serviços prestados ao serviço da magistratura. Foi também deputado pelo círculo de Ovar em 1865 e em 1867 pelo círculo de Ponte de Lima.
N. 08-10-1811 [Ílhavo]
F. 01-01-1904 [Ílhavo]
13-10-1811
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/16 Fólio 96
9 João Pereira Ramalheira Junior
Este Oficial da Marinha Mercante fez várias viagens a bordo de navios emblemáticos como o Creoula, Argus, Hortense e Gamo. Em 1918 assume a Gerência da Parceria Geral das Pescarias, tendo-se reformado em 1935. Fez parte do Grupo inicial Chio-Pó-Pó que saiu à rua em 1897 em charge-política.
N. 23-05-1874 [Ílhavo]
F. 07-07-1944 [Ílhavo]
28-06-1874
Assento de batismo
Pt/ADAVR/PILH04/1/49 Fólio 31
10 João Vieira Resende
Ordenado sacerdote a 20 de dezembro de 1906. Aquando da criação da Paróquia da Gafanha da Encarnação, abandona a Paróquia de Vagos para assumir o lugar na nova paróquia até 1928. A par da sua ação eclesiástica, também se dedicou à investigação histórica, tendo publicado a Monografia da Gafanha e colaborado com diversas publicações como o Arquivo do Distrito de Aveiro.
N. 07-03-1881 [Ílhavo]
F. 13-10-1959 [Ílhavo]
13-03-1881
Assento de batismo
Pt/ADAVR/PILH04/1/56 Fólio 11
11 António Gomes da Rocha Madail
Arqueólogo, etnógrafo e escritor. Foi fundador do Museu de Ílhavo em 1937 e Delegado da Junta de Educação Nacional (Antiguidades, escavações e numismática) no Concelho de Ílhavo. Foi membro do Instituto de Coimbra, da Associação de Arqueólogos Portugueses, da Sociatá Luigi de Camoens (Itália) e da Academia Internacional d’Histoire dos Seimes. Da vasta obra que publicou destaca-se: Etnografia e História – Bases para a Organização do Museu Municipal de Ílhavo, Foral Manuelino de Ílhavo, Tombo das Águas de Ílhavo organizado pelos donatários da Vila. Foi um dos Diretores da Revista Arquivo do Distrito de Aveiro.
N. 10-12-1893 [Ílhavo]
F. 27-06-1969 [Lisboa]
29-03-1894
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/70 Fólio 32
12 Samuel Tavares Maia
Licenciado em Medicina pela Universidade do Porto (1892). Além da atividade clínica dedicou-se também às artes, publicando peças de teatro e poesias, destacando-se A Dor Humana, Livro do Almanaque, Berenice da Judea, Dom Dinis e Promessa à Virgem. Este republicano convicto, assumiu a Administração do Concelho logo após a implantação da República.
N. 28-03-1869 [Ílhavo]
F. 01-08-1919 [Ílhavo]
1900-06-18
Assento de batismo
PT/ADAVR/CNILH3/001/0042
13 Eduardo Vaz Craveiro
Licenciado em Medicina, exerceu a sua profissão em Ílhavo e na Casa dos Pescadores de Ílhavo. Provedor da Santa Casa da Misericórdia nos anos de 1930 e 1971. Distinguiu-se na vida artística, sendo Orfeonista no Orfeão Elias de Aguiar (Coimbra). Foi autor da letra do Fado da Despedida do 5º Ano Médico, muito replicada posteriormente. Tem uma extensa obra editada, destacando-se: A Virgem e a Caridade (1927), Novelando Saudades(1953), Madalena de Bethânia (1953), Para Além da Medicina (1961) e O Escrivão Pescador (1978).
N. 30-06-1901 [Ílhavo]
F. 20-01-1979 [Ílhavo]
12-06-1904
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/163 Fólio 66
14 João Carlos Celestino Gomes
Licenciado em Medicina (1927) pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. A par da sua atividade como médico, desenvolveu uma carreira artística notável, como pintor, ilustrador, xilogravador, decorador, cerâmico, escultor em madeira e escritor. De entre as suas obras destaca-se o programa para a RTP Haja Saúde (1958), a rubrica no Diário de Notícias, É bom poupar a Saúde, Baladas para um certo Olhar e Como naufragou o Centauro. Algumas das suas obras estão patentes no Museu Grão Vasco (Viseu), Museu de Arte Contemporânea (Lisboa), Museu de Aveiro e Museu Marítimo de Ílhavo.
N. 05-11-1899 [Ílhavo]
F. 11-11-1960 [Lisboa]
09-12-1899
Assento de batismo
PT/ADAVR/ILH04/1/143 Fólio 134
15 Viriato Simões Teles
Este comerciante ilhavense, após a aventura da emigração, que não foi bem sucedida, fundou, em 1914, a Caridade de Ílhavo, instituição que apoiava os mais necessitados. Em 1919, fundou o Hospital de Ílhavo sob a égide da Santa Casa da Misericórdia. Porém, após diversas polémicas, afasta-se da direção desta instituição. No entanto, o seu espírito empreendedor e de dedicação ao outro leva-o a fundar o Asilo para proteção de Inválidos e Órfãos Menores.
N. 20-09-1871 [Ílhavo]
F. 05-08-1942 [Ílhavo]
01-10-1871
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/46 Fólio 80v
16 Francisco Xavier Esteves
Licenciado em Engenharia Civil pela Academia Politécnica do Porto. Republicano convicto, foi eleito deputado pelo círculo do Porto em 1900. Vereador daquela cidade entre os anos de 1907 a 1910, ascendeu à Presidência da Câmara Municipal de 1911 a 1913. Deputado às Constituintes, foi o responsável pelas pastas das Finanças e Comércio nos governos de Sidónio Pais. Foi Professor do antigo Instituto Industrial e Comercial do Porto e do extinto Instituto Superior do Comércio. Exerceu também o cargo de Presidente da Direção da Associação Industrial do Porto (1914 a 1937). Dirigiu diversas obras que ainda hoje podem ser admiradas na Cidade do Porto, como o Edifício Chardon, mais conhecido como a Livraria Lello e projetou a Casa de Augusto Nobre (Av. Montevideu).
N. 08-10-1864 [Ílhavo]
F. 02-09-1944 [Porto]
29-10-1864
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/39 Fólio 98
17 João Carlos Gomes
Este ilhavense, licenciado em Farmácia pela Academia Politécnica do Porto (1859), estabeleceu-se profissionalmente em Ílhavo. Foi chefe do Partido Progressista em Ílhavo, o que lhe trouxe muitos dissabores. Exerceu os cargos de Vereador da Câmara Municipal de Ílhavo em 1883 e de Administrador do Concelho de 1863 a 1865 e de 1871 a 1877. Foi durante muitos anos o Presidente da Comissão Eleitoral e representante do concelho na Junta Geral do Distrito.
N. 15-10-1836 [Ílhavo]
F. 14-11-1886 [Ílhavo]
19-10-1836
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/17 Fólio 375
18 José Nunes da Fonseca
Professor primário que se distinguiu pela criação das escolas dos Moitinhos e da Gafanha d’Aquém. Foi Diretor do jornal A Escola Primária, (05-05-1910). Foi presidente da Junta de Freguesia de S. Salvador em 1926.
N. 19-04-1853 [Ílhavo]
F. 13-01-1934 [Ílhavo]
24-04-1853
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/19 Fólio 136 e 136 vº
19 Joana Gramata
Natural de Ílhavo, estabeleceu-se nas Gafanhas com os seus pais até 1805, altura em que contrai matrimónio com o vaguense José Domingues Graça. Esta mulher ficou perpetrada na história como “Joana Maluca” e como a responsável pelo povoamento da Gafanha através da vasta prole que deixou, 11 filhos (2 faleceram sem deixar descendência). Deve-se-lhe a construção da capela de Nossa Senhora da Encarnação.
N. 28-11-1788 [Ílhavo]
F. 28-01-1878 [Gafanha da Encarnação]
07-12-1788
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/13 Folha 561 vº
20 José Rito
Delegado de Saúde do Município durante muitos anos, exercia clínica em Ílhavo, onde assistia os mais desfavorecidos, chegando mesmo a custear-lhes os medicamentos. Foi médico assistente da benemérita Henriqueta Maia, desde que esta ficou viúva, passando doravante a morar no Solar dos Maias.
N. 19-03-1894 [Gafanha da Nazaré]
F. 11-03-1946 [Ílhavo]
08-04-1894
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/70 Fólio 37 v
21 Palmiro da Silva Peixe
Delegado de Saúde do Município durante muitos anos, exercia clínica em Ílhavo, onde assistia os mais desfavorecidos, chegando mesmo a custear-lhes os medicamentos. Foi médico assistente da benemérita Henriqueta Maia, desde que esta ficou viúva, passando doravante a morar no Solar dos Maias.
N. 10-08-1901 [Ílhavo]
F. 07-04-1988 [Ílhavo]
01-09-1901
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/160 Folha 102 vº e 103
22 João Marques Ramalheira
Este distinto professor primário é mais conhecido por Guilhermino. Além da instrução dedicava-se ao jornalismo, tendo integrado o Beira-Mar, como diretor, a Plêiade Ilhavense e inúmeros periódicos regionais e nacionais. Também participou ativamente na vida associativa de Ílhavo, tendo sido regente da Filarmónica Ilhavense, Presidente dos Bombeiros Voluntários, integrando as direções do Hospital, do Património dos Pobres e direção e assembleia do Illiabum Clube. Autor das conferências Canção do Mar e O Arrais Ançã, posteriormente publicadas. Foi igualmente compositor musical, destacando-se a Canção de Ílhavo, entre outras. Em 1962 foi agraciado com a Comenda da Ordem de Instrução Pública.
N. 22-10-1898 [Ílhavo]
F. 09-05-1970 [Ílhavo]
06-11-1898
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/141 Folha 161 e 161 vº
23 Maria Henriqueta da Maia Alcoforado Cerveira
A Sr.ª Maia, como era conhecida, era uma benemérita, contando-se, entre as suas maiores ações de altruísmo, a doação, à autarquia ilhavense, do terreno do jardim com o seu nome para aí ser construído o Monumento aos Mortos da Grande Guerra. De salientar, que esta mesma senhora já havia vendido o terreno, tendo voltado a adquiri-lo unicamente para este fim. Era filha de Manuel da Maia Alcoforado e esposa de Frederico Cerveira, dois ilustres ilhavenses.
N. 28-09-1870 [Ílhavo]
F. 14-01-1946 [Ílhavo]
13-10-1891
Assento de casamento
PT/ADAVR/PILH04/2/98 Fólio 39 v
24 Américo Simões Teles
Funcionário dos CTT em Aveiro, é transferido para o Porto, onde chega a assumir as funções de Chefe da Secretaria dos Correios. Apesar do afastamento de Ílhavo, foi um dos principais impulsionadores da criação do Museu Municipal de Ílhavo inaugurado em 1937 na Rua Serpa Pinto.
N. 14-09-1889 [Ílhavo]
F. 06-07-1989 [Miragaia]
29-09-1893
Assento de batismo
PT/ADAVR/PILH04/1/69 Fólio 95
Esta notícia foi publicada em 15 de Novembro de 2019 e foi arquivada em: ADAVR, Documento em destaque, Geral.

Arquivo Distrital de Aveiro